outubro 2017

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Últimas histórias

  • Grupo de Pesquisa OBVIO/UFERSA lança Nota Pública

    O OBVIO (Observatório da Violência do RN), grupo de pesquisa cadastrado no CNPQ, ligado à UFERSA, vem através desta justificar as limitações de suas atitivdades de pesquisa. Embora contarmos hoje com docentes coordenadores, 4 mestrandos, 4 bolsistas e vários apoiadores, trabalhamos exclusivamente com nossos equipamentos de informática pessoais e não possuímos, institucionalmente, espaço próprio. Diante da demanda de pedidos de pesquisa e trabalho, justificamos a lentidão e, muitas vezes, incapacidade de dar conta de tudo sem um espaço adequado. Nossa Universidade que nos acolhe, a UFERSA, nos justificou com a falta de espaço, havendo inclusive docentes sem sala neste momento, o que entendemos, dada a situação de retenção fiscal em que vive o país. Neste sentido, mantemos nossas atividades de forma benemérita e pro bono, apenas pedindo paciência e desculpas por certas demandas não atendidas.

    Aproveitamos para pedir o apoio à sociedade civil e aos entes estatais (TJRN, ALERN, OAB, MPRN, etc.) o apoio necessário para uma organização que, “reconhecida” e “parabenizada”, necessita de espaço e condições de trabalho.

    OBVIO  RN

  • Grupo de Pesquisa OBVIO/UFERSA lança Nota Pública

    O OBVIO (Observatório da Violência do RN), grupo de pesquisa cadastrado no CNPQ, ligado à UFERSA, vem através desta justificar as limitações de suas atitivdades de pesquisa. Embora contarmos hoje com docentes coordenadores, 4 mestrandos, 4 bolsistas e vários apoiadores, trabalhamos exclusivamente com nossos equipamentos de informática pessoais e não possuímos, institucionalmente, espaço próprio. Diante da demanda de pedidos de pesquisa e trabalho, justificamos a lentidão e, muitas vezes, incapacidade de dar conta de tudo sem um espaço adequado. Nossa Universidade que nos acolhe, a UFERSA, nos justificou com a falta de espaço, havendo inclusive docentes sem sala neste momento, o que entendemos, dada a situação de retenção fiscal em que vive o país. Neste sentido, mantemos nossas atividades de forma benemérita e pro bono, apenas pedindo paciência e desculpas por certas demandas não atendidas.

    Aproveitamos para pedir o apoio à sociedade civil e aos entes estatais (TJRN, ALERN, OAB, MPRN, etc.) o apoio necessário para uma organização que, “reconhecida” e “parabenizada”, necessita de espaço e condições de trabalho.

    OBVIO  RN

  • Adepol denuncia cortes no orçamento da Segurança em 2018

    Carta aberta à população

    A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte – ADEPOL vem a público lamentar o registro de mais de 2.000 mortes violentas no Estado do Rio Grande do Norte, solidarizar-se com as famílias das vítimas e manifestar profunda indignação com a redução do orçamento destinado à Segurança Pública, e em especial ao da Polícia Civil, instituição imprescindível para investigar todos esses crimes e combater a impunidade.

    Na contramão do clamor social, o Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa a Lei Orçamentária Anual de 2018 com cortes significativos na pasta da Segurança Pública. Serão 62 MILHÕES DE REAIS a menos para as Polícias Civil e Militar em comparação ao orçamento de 2017.

    Os cortes no orçamento da Polícia Civil certamente implicarão  em maiores deficiências na investigação criminal e maiores prejuízos a sociedade.

    O orçamento de 2018 sequer considerou uma possível contratação de novos policiais civis, apesar de estarmos funcionando com a metade do efetivo que tínhamos há 14 anos, (hoje temos pouco mais de 1.000 policiais, quando deveríamos ter 5.150) e a situação ainda irá se agravar com a ocorrência das aposentadorias (a perspectiva é de 141 policiais solicitarem aposentadorias este ano).

    Não bastasse a notória falta de estrutura, e a sobrecarga de trabalho como consequência imediata do baixo efetivo que beira a extinção, passamos pelo momento de maior desmotivação da história da instituição em nosso Estado, pois os policiais vêm amargando constantes e abusivos atrasos salariais, chegando ao extremo de suportar dois meses sem receber o justo pagamento pelo seu trabalho.

    Vale relembrar que o atual Governo foi eleito sob a promessa de restabelecer a ordem e a paz aos potiguares e alçar a pasta da segurança pública como prioridade. Todavia o que temos comprovado é a completa ausência de investimentos nesta área, notadamente na investigação criminal, apesar dos crescentes e a aterradores índices de violência no Estado.

    Sendo assim, CONCLAMAMOS toda a classe política,  bem como a população norte-rio-grandense a EXIGIR do Poder Executivo que REAJA ao avanço da criminalidade e REALIZE investimentos na Polícia Civil ao invés de reduzir ainda mais seu orçamento. Além  disso, HONRE os salários dos policiais que se encontram em atraso, RESPEITE seus direitos essenciais e CONTRATE novos policiais civis, fazendo constar, inclusive, essa contratação no orçamento de 2018. Por fim, OUÇA E ATENDA o maior apelo dos cidadãos potiguares, que é a PRIORIZAÇÃO de todo o sistema de Segurança Pública do Estado,  como medida de respeito às famílias das vítimas, hoje sem esperanças de ter dias melhores e sem perspectivas de que a justiça seja efetivada.

     

  • Adepol denuncia cortes no orçamento da Segurança em 2018

    Carta aberta à população

    A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte – ADEPOL vem a público lamentar o registro de mais de 2.000 mortes violentas no Estado do Rio Grande do Norte, solidarizar-se com as famílias das vítimas e manifestar profunda indignação com a redução do orçamento destinado à Segurança Pública, e em especial ao da Polícia Civil, instituição imprescindível para investigar todos esses crimes e combater a impunidade.

    Na contramão do clamor social, o Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa a Lei Orçamentária Anual de 2018 com cortes significativos na pasta da Segurança Pública. Serão 62 MILHÕES DE REAIS a menos para as Polícias Civil e Militar em comparação ao orçamento de 2017.

    Os cortes no orçamento da Polícia Civil certamente implicarão  em maiores deficiências na investigação criminal e maiores prejuízos a sociedade.

    O orçamento de 2018 sequer considerou uma possível contratação de novos policiais civis, apesar de estarmos funcionando com a metade do efetivo que tínhamos há 14 anos, (hoje temos pouco mais de 1.000 policiais, quando deveríamos ter 5.150) e a situação ainda irá se agravar com a ocorrência das aposentadorias (a perspectiva é de 141 policiais solicitarem aposentadorias este ano).

    Não bastasse a notória falta de estrutura, e a sobrecarga de trabalho como consequência imediata do baixo efetivo que beira a extinção, passamos pelo momento de maior desmotivação da história da instituição em nosso Estado, pois os policiais vêm amargando constantes e abusivos atrasos salariais, chegando ao extremo de suportar dois meses sem receber o justo pagamento pelo seu trabalho.

    Vale relembrar que o atual Governo foi eleito sob a promessa de restabelecer a ordem e a paz aos potiguares e alçar a pasta da segurança pública como prioridade. Todavia o que temos comprovado é a completa ausência de investimentos nesta área, notadamente na investigação criminal, apesar dos crescentes e a aterradores índices de violência no Estado.

    Sendo assim, CONCLAMAMOS toda a classe política,  bem como a população norte-rio-grandense a EXIGIR do Poder Executivo que REAJA ao avanço da criminalidade e REALIZE investimentos na Polícia Civil ao invés de reduzir ainda mais seu orçamento. Além  disso, HONRE os salários dos policiais que se encontram em atraso, RESPEITE seus direitos essenciais e CONTRATE novos policiais civis, fazendo constar, inclusive, essa contratação no orçamento de 2018. Por fim, OUÇA E ATENDA o maior apelo dos cidadãos potiguares, que é a PRIORIZAÇÃO de todo o sistema de Segurança Pública do Estado,  como medida de respeito às famílias das vítimas, hoje sem esperanças de ter dias melhores e sem perspectivas de que a justiça seja efetivada.

     

  • Senado vota hoje regulamentação para aplicativos de mobilidade

    Nossos caríssimos senadores decidem hoje (31) o projeto de lei que decidem se serão estabelecidas novas regras para regulamentar os serviços oferecidos por plataformas de mmobilidade, como Uber, 99Pop e Cabify.

    A PLC 28/2017 modifica uma lei de 2012, determina o uso de placa vermelha, exige que o motorista contribua com o INSS e tenha autorização municipal específica para trabalhar. Entre outras coisas.

    Se os senadores utilizassem esse serviço (não usam porque pagamos o transporte de cada um deles), não ficariam viçando pra dificultar a vida dos brasileiros.

  • Senado vota hoje regulamentação para aplicativos de mobilidade

    Nossos caríssimos senadores decidem hoje (31) o projeto de lei que decidem se serão estabelecidas novas regras para regulamentar os serviços oferecidos por plataformas de mmobilidade, como Uber, 99Pop e Cabify.

    A PLC 28/2017 modifica uma lei de 2012, determina o uso de placa vermelha, exige que o motorista contribua com o INSS e tenha autorização municipal específica para trabalhar. Entre outras coisas.

    Se os senadores utilizassem esse serviço (não usam porque pagamos o transporte de cada um deles), não ficariam viçando pra dificultar a vida dos brasileiros.

  • Procuradora pede ao STF que aceite denúncia contra José Agripino

    A nova procuradora-geral da república, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o recebimento da denúncia contra o nosso caríssimo senador José Agripino, que foi acusado de receber propina da empreiteira OAS em troca de favores relacionados à Arena das Dunas. A acusação foi apresentada em setembro pelo ex-procurador Rodrigo Janot.

    Uma hora a canoa vira.

  • Procuradora pede ao STF que aceite denúncia contra José Agripino

    A nova procuradora-geral da república, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o recebimento da denúncia contra o nosso caríssimo senador José Agripino, que foi acusado de receber propina da empreiteira OAS em troca de favores relacionados à Arena das Dunas. A acusação foi apresentada em setembro pelo ex-procurador Rodrigo Janot.

    Uma hora a canoa vira.

  • Mortes matadas: "Governo da Segurança" só perde pra Sergipe

    O 11º Anuário Brasileiro da Segurança Pública lançado hoje (30) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela que o Estado do Rio Grande do Norte, mesmo com o badalado “governador da segurança” ficou com a segunda colocação com a maior taxa de mortes violentas por 100 mil habitantes. Só ficamos atrás de Sergipe, com 64 mortes para cada 100 mil habitantes. O RN segue bem de pertinho com 56,9 mortes. É o que revela

    Acesse todos os dados aqui.

    Dirão que Robinson Faria segue quebrando paradigmas…

     

     

     

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